terça-feira, 26 de abril de 2011

More than words, we've got pictures (t-shirt oficial dos Placebo) #2




Porque eu tenho o mais dedicado dos namorados com uma caracteristica preciosa para estes momentos: consegue guardar uma surpresa até ao final. :)


P.Sawyer*


sábado, 23 de abril de 2011

By the way...





Uma boa Páscoa para todos!




P.Sawyer*

Recomendo: (500) Days Of Summer



Para uma bela noite de "home movie" e com uma companhia à altura. Dá vontade de rir, dá vontade de chorar, dá vontade de desligar o computador com algumas situações mais embaraçosas e até dá vontade de bater numa das personagem de tão insensível que é. O balanço final foi uma noite muito bem passada, nos braços da melhor companhia do mundo (Ele) e moral da história: this movie is not a love story, it is a story about love.



P.Sawyer*

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Deixem os "desgraçadinhos" terem identidade própria, por favor!




Não concordo com as comparações. Ainda que sejam comparações necessárias, por vezes, e derivadas de um peso monarquico que carregam ao estarem a celebrar o seu amor, não concordo. Até porque se trata exactamente da celebração do amor, da união de duas pessoas que, aparentemente, não têm nada a ver com os Pais e com os Sogros. Que vão ter as atenções voltadas sobre eles eternamente? Vão. Mas também, ninguém escolhe nascer no seio da Familia Real Inglesa. Que sejam muito felizes e que consigam aguentar a pressão inerente ao facto de serem quem são. E no final de contas? Quem nunca sonhou ser princesa, nem que fosse por um dia?




*alguem me grava, naquela função do MEO, o casamento dos pombinhos?! BAHHH! Vou estar num Seminário a "ingerir" Orientação Vocacional.. ohhhh!





P.Sawyer*

Ora então, vamos esclarecer uma coisa que me irrita solenemente!



Fico furiosa quando vejo alguém com os dedos espetados nos ecrãs dos computadores. Mas furiosa, mesmo! E não é só no meu computador, mesmo que as pessoas estejam a utilizar os seus computadores, não façam isso à minha frente. "Dedadas" num ecrã de um computador é quase tão mau como assoar o nariz ás mangas da camisola.


P.Sawyer*

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Constatação do Momento



Sou tão desorientada quando se trata de fazer trajectos e ir para ruas que não são rotineiras na minha vida do dia a dia. Oh meu Deus. E eu só queria cair de pára-quedas na Rua de Camões, o que eu dava por um balão voador. Mas não. Tenho de me enfiar no carro e ir à procura do Camões entre a Trindade e o Ildefonso, ou talvez passar pela Formosa para encortar o caminho. Um dia destes, se uns E.T.'s amiguinhos resolverem vir à Terra fazer uma visitinha, gostava muito que me incorporassem um GPS no cérebro. Obrigado. Nos entretantos, vou partir à aventura.


P.Sawyer*

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A 2ª carta de amor mais perfeita de todos os tempos (porque a 1ª está guardada na minha gaveta da mesinha de cabeceira)




"Dear Karen,

If you're reading this, it means I actually worked up the courage to mail it so good for me. You don’t know me very well, but if you get me started I tend to go on and on about how hard the writing is for me. This is the hardest thing I ever had to write. There no easy way to say this so I’ll just say it, I met someone. It was an accident, I wasn’t looking for it, I wasn’t one the make it was a perfect storm. She said one thing and I said another and the next thing I knew I wanted to spend the rest of my life in the middle of that conversation. Now there this feeling in my gut that she might be the one. She completely nuts in a way that makes me smile highly neurotic, a great deal of maintenance acquired. She is you Karen, that’s the good news. The bad news is that I don't know how to be with you right now, and that scares the shit out of me. Because if I am not with you right now I have this feeling we will get lost out there. It’s a big bad world full or twist and turns and people have a way of blinking and missing the moment. The moment that could of changed everything. I don’t know what’s going on with us and I can’t tell you should waste a leap of faith on the likes of me. But damn you smell good, like home and you make excellent coffee that has to count for something. Call me!

Unfaithfully yours,
Hank Moody"


P.Sawyer*

Sitting, Waiting, Wishing...




P.Sawyer*

terça-feira, 19 de abril de 2011

Hoje senti-me de plantão a noite inteira

Cristina Yang in "Anatomia de Grey"



Tudo graças a um mosquito que fez o favor de me atormentar os ouvidos pela noite dentro. Agora, querem saber o desfecho? Quando me levantei de manhã, tinha a testa e a mão direita com sangue. Resultado do plantão: missão cumprida, até quando não tenho um comportamento involuntário. Adeus mosquito chato.


P.Sawyer*

True

P.Sawyer*

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Dennis Potter (1935-1994)



“Quando sonhamos com a infância transportamos o que agora somos. Não é o mundo adulto escrito em letra pequena; a infância é o mundo adulto escrito em letra grande”.


P.Sawyer*

A minha [percepção] crítica da peça "Azul Longe nas Colinas"



Albano Jerónimo



Foi 1 hora e 30 minutos muito bem passados, na Quarta-feira, no Teatro Carlos Alberto. Os meus destaques: o actor Albano Jerónimo faz um "senhor papelão" (mereceu as palmas em pé da plateia e as 4 ou 5 vezes que os actores voltaram para agredecerem); representava uma criança presa num corpo de adulto e foram impressionantes os pormenores conseguidos com a sua representação. Tão genuinamente naturais, tão colados aquilo que nós vemos as crianças fazerem e ao mesmo tempo tão emocionante a forma como conseguiu transmitir os medos, as lutas e a coragem que vivem no imaginário de todas as crianças (e que em tempos, também viveu no nosso). A peça transmite uma mensagem que se vai tornando cada vez mais clara à medida que os actos vão avançando, sendo que o culminar, no final, é realmente apoteótico. Uma lição de vida, que demonstra a fragilidade dos nossos actos e em como qualquer comportamento, mesmo que inreflectido, tem consequências.



Num tom um pouco mais ligeiro: outro dos pontos altos, sem dúvida, as pernas do Bruno Nogueira (ou seja lá o que aquilo é, parece que é o que o faz andar). Passou a peça com uns calções super mínimos, onde só se vêm aqueles "palitinhos", que a qulaquer momento parece que se vão partir em mil pedaços. Sr. Actor Bruno, demonstrou ter dotes para a dramatização e para o sofrimento ao longo desta peça, mas por favor, resolva vestir umas calças porque senão uma pessoa passa o tempo todo a gerar teorias na nossa cabeça sobre a falta de carne no seu corpo. Obrigado.



P.Sawyer*

Um [Bom Dia] em forma de coração


Porque hoje é um dia cheio de desafios, profissionalmente, e eu sei que lhe vai correr tudo bem.



P.Sawyer*

domingo, 17 de abril de 2011

A história da minha amiga N. dava um filme #Parte 1



A introdução tem de ser feita envolvendo a minha pessoa. Posso dizer que tenho muitos conhecidos, mas amigos, esses contam-se com os dedos de uma mão. E a meu ver, assim é que deve ser. Um pouco de seleção na qualidade e não na quantidade, nunca me pareceu mal. A N. é uma dessas amigas. Conhecemo-nos na faculdade, eramos caloiras, e embora, aparamentemente não houvesse muito que nos ligasse, foi um saltinho muito rápido até estarmos completamente inseparáveis. Eramos bem novinhas, a descobrir um novo mundo (académico e não só) e acabamos por viver momento memoráveis, que jamais serão esquecidos. A amizade tem destas coisas, quando é verdadeira enche-nos o coração.


A N. estava "por engano" em Psicologia, o sonho dela sempre foi Enfermagem, e aqui para nós, não existe pessoa com mais perfil que a N. para uma vidinha de hospital. Adora ajudar, não entra em pânico, é a favor dos oprimidos e em prole dos que mais precisam; não pensa duas vezes quando se trata de estender a mão e acho que os limites delas seriam muito bem empregues em situação de guerra (como já lhe disse variadissimas vezes). Para terem uma noção, o sonho dela sempre foi fazer parte de uma equipa do INEM. Recentemente vai inscrever-se num curso sobre feridas, onde aparentemente cosem porcos e coisas afins.. alucinamente demais para a minha cabeça! A par dessa vocação quase ináta, a N. é uma pessoa determinada, muito independente e lutadora, sendo que nunca foi subjugada por nenhum namorado nem coisa que se pareça. Tinha sempre o controlo da situação e bem. A sua força interior sempre me fascinou. Não tem medo do confronto, seja com quem for, e nunca ficou com nada para dizer no dia seguinte. Em relação às amigas então, é deliciosa esta maneira de estar na vida.



Tendo em conta este seu sonho da Enfermagem, depois de ficar um ano em Psicologia, candidatou-se a outra faculdade e entrou. Logicamente que agora não conseguiamos estar juntas todos os dias e houve um afastamento fisico natural. Apenas fisico, porque o contacto nunca perdemos e continuamos a estar juntas, embora não com a regularidade que desejavamos, dadas as nossas obrigações. Ponto da situação, a N. feliz e determinada deu um novo rumo à sua vida. Rumo esse que trouxe muito mais que um curso no "bolso"...


(Próximo post - #parte 2)



P.Sawyer*

sábado, 16 de abril de 2011

Detalhes do nosso amor para sempre*


Estamos a conversar sobre milhentas coisas e de repente tenho uma dúvida de como se escreve uma palavra: "siso" (dente do siso). Ele responde dizendo que pensa que é de tal forma, mas que não tem a certeza. E passado mais de uma semana, envia uma sms a dizer "Afinal é 'siso', amor :)". E assim vivo num estado de constante "derretimento" pelo meu namorado, apaixonada como se fosse o primeiro dia e refém do seu coração.


E posto isto, vou ali aproveitar o meu fim de semana que todos os minutos são poucos. Votos de um excelente fim de semana a todos. :)



P.Sawyer*