quarta-feira, 4 de maio de 2011

A verdade é que os "finalmentes" custam que se farta!

As "nails" fantásticas da mehor Sra Dra de sempre, a D. :)



A poucos minutos da altura que ninguém queria que chegasse...



Sempre bem agarradinha à pessoa mais especial que o curso de Psicologia me podia ter apresentado!




P.Sawyer*

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Hoje preciso muito



De me sentir a pessoa mais capaz e competente do mundo para falar sobre Motivação no processo de ensino aprendizagem e de tudo o que esteja imediatamente relacionado com Baixo Rendimento Escolar. Como se isto não fosse o suficiente, a minha plateia vai ser constituida por professores do 1º Ciclo. MEDO! Entre as 18h e as 20h façam figas por mim. É nestas alturas que temos de brilhar mais que nunca e o mais engraçado é que, nestes precisos momentos, sentimo-nos pequeninas como uma formiga no meio da selva. Suspiro de alivio pelas 20h vai ser o ponto alto do dia. Chega rápido, chega rápido, chega rápido...


P.Sawyer*

terça-feira, 26 de abril de 2011

Estilistas portugueses desenharam vestido para Kate Middleton...

Storyteilors





Katy Xiomara



Filipe Faisca




Augustus




Fátima Lopes






P.Sawyer*




More than words, we've got pictures (t-shirt oficial dos Placebo) #2




Porque eu tenho o mais dedicado dos namorados com uma caracteristica preciosa para estes momentos: consegue guardar uma surpresa até ao final. :)


P.Sawyer*


sábado, 23 de abril de 2011

By the way...





Uma boa Páscoa para todos!




P.Sawyer*

Recomendo: (500) Days Of Summer



Para uma bela noite de "home movie" e com uma companhia à altura. Dá vontade de rir, dá vontade de chorar, dá vontade de desligar o computador com algumas situações mais embaraçosas e até dá vontade de bater numa das personagem de tão insensível que é. O balanço final foi uma noite muito bem passada, nos braços da melhor companhia do mundo (Ele) e moral da história: this movie is not a love story, it is a story about love.



P.Sawyer*

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Deixem os "desgraçadinhos" terem identidade própria, por favor!




Não concordo com as comparações. Ainda que sejam comparações necessárias, por vezes, e derivadas de um peso monarquico que carregam ao estarem a celebrar o seu amor, não concordo. Até porque se trata exactamente da celebração do amor, da união de duas pessoas que, aparentemente, não têm nada a ver com os Pais e com os Sogros. Que vão ter as atenções voltadas sobre eles eternamente? Vão. Mas também, ninguém escolhe nascer no seio da Familia Real Inglesa. Que sejam muito felizes e que consigam aguentar a pressão inerente ao facto de serem quem são. E no final de contas? Quem nunca sonhou ser princesa, nem que fosse por um dia?




*alguem me grava, naquela função do MEO, o casamento dos pombinhos?! BAHHH! Vou estar num Seminário a "ingerir" Orientação Vocacional.. ohhhh!





P.Sawyer*

Ora então, vamos esclarecer uma coisa que me irrita solenemente!



Fico furiosa quando vejo alguém com os dedos espetados nos ecrãs dos computadores. Mas furiosa, mesmo! E não é só no meu computador, mesmo que as pessoas estejam a utilizar os seus computadores, não façam isso à minha frente. "Dedadas" num ecrã de um computador é quase tão mau como assoar o nariz ás mangas da camisola.


P.Sawyer*

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Constatação do Momento



Sou tão desorientada quando se trata de fazer trajectos e ir para ruas que não são rotineiras na minha vida do dia a dia. Oh meu Deus. E eu só queria cair de pára-quedas na Rua de Camões, o que eu dava por um balão voador. Mas não. Tenho de me enfiar no carro e ir à procura do Camões entre a Trindade e o Ildefonso, ou talvez passar pela Formosa para encortar o caminho. Um dia destes, se uns E.T.'s amiguinhos resolverem vir à Terra fazer uma visitinha, gostava muito que me incorporassem um GPS no cérebro. Obrigado. Nos entretantos, vou partir à aventura.


P.Sawyer*

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A 2ª carta de amor mais perfeita de todos os tempos (porque a 1ª está guardada na minha gaveta da mesinha de cabeceira)




"Dear Karen,

If you're reading this, it means I actually worked up the courage to mail it so good for me. You don’t know me very well, but if you get me started I tend to go on and on about how hard the writing is for me. This is the hardest thing I ever had to write. There no easy way to say this so I’ll just say it, I met someone. It was an accident, I wasn’t looking for it, I wasn’t one the make it was a perfect storm. She said one thing and I said another and the next thing I knew I wanted to spend the rest of my life in the middle of that conversation. Now there this feeling in my gut that she might be the one. She completely nuts in a way that makes me smile highly neurotic, a great deal of maintenance acquired. She is you Karen, that’s the good news. The bad news is that I don't know how to be with you right now, and that scares the shit out of me. Because if I am not with you right now I have this feeling we will get lost out there. It’s a big bad world full or twist and turns and people have a way of blinking and missing the moment. The moment that could of changed everything. I don’t know what’s going on with us and I can’t tell you should waste a leap of faith on the likes of me. But damn you smell good, like home and you make excellent coffee that has to count for something. Call me!

Unfaithfully yours,
Hank Moody"


P.Sawyer*

Sitting, Waiting, Wishing...




P.Sawyer*

terça-feira, 19 de abril de 2011

Hoje senti-me de plantão a noite inteira

Cristina Yang in "Anatomia de Grey"



Tudo graças a um mosquito que fez o favor de me atormentar os ouvidos pela noite dentro. Agora, querem saber o desfecho? Quando me levantei de manhã, tinha a testa e a mão direita com sangue. Resultado do plantão: missão cumprida, até quando não tenho um comportamento involuntário. Adeus mosquito chato.


P.Sawyer*

True

P.Sawyer*

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Dennis Potter (1935-1994)



“Quando sonhamos com a infância transportamos o que agora somos. Não é o mundo adulto escrito em letra pequena; a infância é o mundo adulto escrito em letra grande”.


P.Sawyer*