
sábado, 6 de junho de 2009
Odiar é fácil...

sexta-feira, 5 de junho de 2009
Engodo dos Medos

sexta-feira, 29 de maio de 2009
Fome

terça-feira, 26 de maio de 2009
O Aplauso

domingo, 24 de maio de 2009
"Cada um é como cada qual"

quinta-feira, 21 de maio de 2009
Mónica, 8 anos

segunda-feira, 18 de maio de 2009
Altair

sexta-feira, 15 de maio de 2009
Elogio à dependência

quinta-feira, 7 de maio de 2009
"Um dos mais poderosos exercícios de crescimento..."

"Um dos mais poderosos exercícios de crescimento interior consiste em prestar atenção às coisas que fazemos automaticamente, como respirar, piscar os olhos ou reparar em tudo à nossa volta. Sempre que fazemos isso permitimos que o nosso cérebro trabalhe com mais liberdade, sem a interferência de nossos desejos. Dessa maneira, certos problemas que pareciam insolúveis terminam sendo resolvidos; certas dores que julgavamos insupurtaveis, acabam por dissipar-se sem esforço."
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Crianças
domingo, 26 de abril de 2009
A lenda do Narciso

quinta-feira, 23 de abril de 2009
"Tu és daquelas que muda a carga ás canetas?"

quarta-feira, 22 de abril de 2009
Elevador
Ultimamente tenho andado muito de elevador. Por acaso é um elevador grandalhão e com as paredes pintadas de vermelho. Poderia ser mais convidativo, tipo o elevador da série "Grey's Anatomy" que tão bem me acompanha nas longas manhãs de fim-de-semana. Para quem não sabe, e nunca teve curiosidade de espreitar a série a que me refiro (o que acho um pouco impossivel), o tal elevador a que me refiro (na série) é castanho e a meio tem uma barrinha de metal. É quase como se fosse um "confessionário" para os médicos e os estgiários da série. Um confessionário bastante moderno cheio de emoções fortes e com uma mistica poderosa que até permite declarações de amor, declarações de saudade, beijos e envolvimentos, discussões sobre as vida dos colegas e discussões sobre a própria vida, assim como a fantástica troca de olhares entre aqueles que não se falam mas que deveriam, até porque um não vive sem o outro. Quase que se podia inventar uma espécie de terapia comportamental feita dentro desse elevador, tenho em mim que ia gerar resultados alucinantes. O elevador é uma máquina e uma invensão do homem cheia de funcionalidades, e dependendo do local em que está, com objectivos diferentes e com propósitos singulares. Para quem vê "Grey's Anatomy" não apenas por ver, mas tentando ler nas entre linhas, dá pa perceber bastante bem que o elevador é quase como se fosse "um cúpido", ganhando uma forma robótica. Os elevadores dos prédios servem para uma pessoa se ver ao espelho antes de sair de casa e pa ver se o cabelo ficou mesmo bem penteado. E se tivermos o azar de não irmos sozinhos, ainda temos de falar sobre o tempo lá fora (sim, porque silêncios desagradáveis em pleno elevador, é proibido!). Os elevadores nos ginásios servem para não termos de andar a subir e a descer escadas quando já tivemos 2horas a massacrar as nossas perninhas, que não tem culpa nenhuma das nossas opções masoquistas. Sei lá, podem existir tantas maneiras de encarar a significação que damos a um elevador como a quantidade de pessoas que continuam a acreditar que nós, Homens, somos fruto da costela de Adão (BULSHET...). Eu entro no elevador ansiosa e desejosa por chegar ao piso que quero e correr pelo corredor fora até estar no sitio certo... e saiu do elevador ansiosa e desejosa que o resto do dia passe depressa, para que no dia seguir possa voltar a entrar novamente no elevador.terça-feira, 14 de abril de 2009
101
Estar em férias tem destas coisas. Quando temos obrigações e tralhas e mais tralhas para fazer, organizar e estudar, ansiamos desesperadamente por férias, mas quando estamos de férias, e por acaso até calha de ficarmos um dia inteiro em casa, em vez de aproveitarmos para fazer alguma coisa decente e interessante, ligamos o computador e acabamos por nos entreter com o que apareça à frente. Coincidência ou não, e apesar de não gostar de números e de matemáticas e de estatisticas e contas, adoro listas que ordenam e fazem um tipo de "count down". Ordenar por gostos, por preferências, por interesse, por isto, por aquilo... enfim, gosto de listas que demontram graus de importância, quer seja para o positivo quer seja para o negativo (ah, e também me apaixono facilmente por capicuas! embora os números não sejam o meu forte, lembro-me bem que quando fiz 22 anos andei o ano inteiro a espalhar aos sete ventos que tinha feito 22, uma capicua! Pensar que agora só volto a ter a idade em capicua aos 33, assusta-me e atormenta-me um bocadinho... 101 - capicua). Estava eu num desses dias fantásticos de férias, e depois de entrar em 500 mil sites diferentes, quando me deparo com esta informação: "Uma personagem de ficção é resumidamente no mundo do real qualquer pessoa, identidade ou entidade que a sua existência é originada por uma obra ou actuação fictícia. Ora, foi por aí que 3 escritores pegaram para publicar um Top de 101 personagens não-existentes que mais influenciaram o modo de ver e viver o nosso mundo. Dan Karlan, Allan Lazar e Jeremy Salter escreveram em 336 páginas uma lista onde se encontram nomes tão famosos da população. Desde os livros, cinema ou mesmo cultura popular, a obra percorre por diversas épocas e locais onde estes fictícios "existiam"":quarta-feira, 8 de abril de 2009
"Vermelho paixão"

...E só foi preciso um pincel e uma lata de tinta "vermelho paixão". Era branca a parede inicialmente, branco simples, branco vulgar, branco pálido. Eram muitas as ideias e os pensamentos criativos para que o "simples" um dia se pudesse tornar "intenso" e "único". Para além do pincel e da tinta "vermelho paixão", foi preciso uma directa. Uma noite sem dormir em que a criatividade da menina estava a chamar por ela e a empurrá-la para uma realidade tão poderosa que os seus olhos não poderiam fechar sem que aquela parede transpira-se emoção, sentimento, devoção. Pintou, pintou e pintou. Pendurada num banquinho conseguiu alcançar os pontos mais altos e distantes do seu alcance. É uma menina inteligente, esforçada e que não desiste facilmente daquilo a que se propõe. O seu coração é grande como a lua, grande como a muralha da China, grande como a Torre Eiffel, grande como os Clérigos. A parede estava pintada. Talvez ainda lhe fosse dar alguns retoques, mas a base estava concluída. No entanto, a criatividade não a deixou parar. Era preciso mais. Tal como uma verdadeira artista, a menina encontrou numa parede paralela o local ideal para "construir" algo inovador. Palavras misturadas com pensamentos, letrinhas misturadas com cor, recortes misturados com dedicatórias, desenhos misturados com símbolos, frases de esperança e de confiança, frases de amor e paixão, frases de alegria e de felicidade, frases carregadas de significados multifacetados que a menina arranjou maneira de enquadrá-los no mundo real. Sim, porque a menina vive num castelo encanto e tem no portão do seu castelo dois cavalos brancos e uma carruagem cor-de-rosa... Era uma vez uma menina... que viveu feliz para sempre...
P.Sawyer*