sexta-feira, 9 de outubro de 2009

"A Lot Like Love"


A mais pura das relações cósmicas acontece quando sinto leite condensado na boca e a chegar deliciosamente e suavemente à barriguinha. Por isso, Tia Maya, não continue a difamar as "relações cósmicas" e a falta de livre arbítrio neste tipo de envolvimento. E como uma simples tarde passada em casa a vegetar, consegue trasnsformar-se na melhor relação cósmica de sempre: uma manta, uma televisão, um sofá verde, uma lata de leite condensado e o filme "A Lot Like Love"*


*adoro a ideia longitudinal e persistente do sentimento de duas pessoas, ao qual não conseguem fugir.

P.Sawyer*

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Não sejam assim...=)

Não me venham dizer que um miúdo que vive numa aldeiazinha toda refundida na Covilha, que só há 3 meses teve água canalizada em casa e corrente eléctrica, que os seus dois vizinhos mais próximos vivem a 2 km's de distância e correspondem a 6 gerações a cima da dele e não sabem assinar os seus próprios nomes... não me venham dizer que esse miúdo (que possivelmente chama-se Manuel, João ou António), que se distingue na arte do pastoriar, não pode querer ser astronauta.

*não sejam assim...=)
Deixem uma pessoa viver na casinha de bonecas que está guardada debaixo da cama!
P.Sawyer*

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Quase início da Primavera


O castelo era grande e branco, tinha uns muros baixinhos e ao seu redor um belo e bem tratado jardim dava vontade de correr e jogar à bola a tarde toda. Apesar de não ser apaixonada por cães, não me esqueci da cadela, apesar do seu nome não me ter ficado na memória até hoje. Mas sim, existia uma cadela, bem bonita por sinal. E quando se anda perdida num mundo novo, a tentar descobrir e absorver todos os pormenores, o ideal é despistar os "empregados" e as pessoas que tinham por obrigação cuidar e manter aquele castelo profundamente perfeito e encantado. Tinha muitas escadas, escadas que nos faziam subir, mas tb existiam escadas que nos faziam descer. Nunca percebi muito bem qual seria o melhor refúgio no meio de tantos compartimentos, mas nunca deixei de acreditar que aquelas escadas, com uma inclinação bastante acentudada, iam direitinhas ao último andar e ao paraiso. Era tão simples subi-las, desce-las é que era difícil. Adorava andar de sandálias, e por vezes descer escadas com tamanha inclinação fazia-me ter medo. Era uma espécie de adrenalina saudável, ainda hoje é o dia que me lembro da ajuda que aquelas escadas me deram quando se decidia jogar ás "escondidinhas", era lá o meu esconderijo preferido. Adorava usar fitas com grandes laços no cabelo, e o habitual movimento de tirá-las constantemente e dar-lhes um jeitinho para que estivessem sempre perfeitas era quase um ritual mágico. E ai sim, dentro do castelo branco era preciso estar sempre impecávelmente bem, e apesar de nunca ter percebido isso de forma clara, hoje parece evidente o tempo que demorava a ver se a franja estava milimétricamente igual e se a fita com o grande laço estava a condizer com o que levava vestido. Ao final da tarde, pisava a relva (normalmente húmida e brilhante, era Inverno. Quase início da Primavera..), e ao dirigir-me para o coche roxo puxado por cavalos amarelos e cintilantes, demorava à volta de 10 minutinhos a regressar ao meu reino. Se existisse mp3 naquela altura, o meu estaria a tocar "Eu não sei dizer" dos Silence 4.

*nunca mais fiz pulseiras de missangas coloridas...

P.Sawyer*

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Hit me baby one more time



Melhor versão do clássico "Hit me baby one more time" de sempre! E para quem anda a nanar no que diz respeito a séries completamente extraordinarias que andam para ai, "Being Erica", percam tempo a ver esta porque vale realmente a pena. Que bem conseguida esta cena, só espero que dê para sentir aquele arrepio "britney spears" como eu senti (LOL).


*"STRONGER" (Britney Spears)

P. Sawyer*

domingo, 27 de setembro de 2009

"Pessoas que não gostam de vinho"


Vamos expandir horizontes e vamos vindimar. Vamos curtar uva e depois calcá-la gentilmente para que se transforme em liquido e depois de bem fermentado, esse mesmo liquido é servido à mesa como nectar dos deuses. Ou talvez não, e simplesmente sirva para uma miúda, toda desgovernada das ideias, apanhar uma grande piela com uma garrafa que comprou por 1euro numa simples garrafeira (diria que nestes caso a culpa é substancialmente das pessoas que andaram a pisar as uvas e transformaram o vinho em "mata ratos", talvez tivessem micoses superficiais nos pés). Vamos fazer km's numa estrada que não conhece a palavra "recta" e vamos respirar o ar do campo, dos montes, dos fogões a lenha, dos vales que fazem eco e do verde mais verde do mundo espalhado por todas aquelas planicies. E fomos. Quer dizer, foram. Eu ainda curtei meia duzia de cachos e tal, mas assumo ser muito mais "cidade" do que "campo" e assumo não ter perfil para tais lides. Não gosto de hortas, não gosto da pasmaceira, não gosto do silêncio, não gosto de ter as mãos todas sujas, não gosto de me curtar com as tesouras de poda, não gosto de saber que estou afastada da "civilização". Mas gosto de ver os outros satisfeitos (e gosto bastante de feijoada, que por acaso foi o almoço). E sou optima a dar apoio moral e a fazer uma bela reportagem fotográfica (também sou optima a comer sobremesas, principalmente toucinho do céu). Continuo a preferir comprar as garrafinhas de vinho ja prontinhas a consumir, e mesmo assim não sou apreciadora, o que faz de mim algo do género "penetra" quando tento enquadrar-me em algum jantar em que se bebe 3 ou 4 garrafas de vinho quando estamos 6 pessoas. "Para mim era uma coca-cola, por favor" (e isto para não pedir uma garrafa de água que fica ainda pior...).



*creio ser urgente criar o dia das "pessoas que não gostam de vinho", assim como existe o dia dos namorados, deviamos comemorá-lo todos os anos com um belo jantar regado a água do Luso (e deixar os amantes de vinho sozinhos e excluidos em casa).


P. Sawyer*

sábado, 26 de setembro de 2009

Morre lentamente quem não viaja


"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante, Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!"


by Pablo Neruda


(Obrigado pela dica em forma de mail, cara comadre alentejana! - por uma semana, pelo menos. Próximo weekend é reservado para as novidades acompanhadas por peixe "não cozinhado" e condimentos asiáticos. Bom regresso à civilização contemporânia e viva ás viagens!)
P. Sawyer*

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

...Desafiante...


O que punhas a verde? (no meu caso a roxo):


Formaste-te na Faculdade
Fumaste cigarros
Ficaste inconsciente de bêbedo
Foste a todas as diversões de um parque
Coleccionaste algo mesmo idiota
Foste a um concerto de rock
Pescaste Dançaste numa discoteca
Seguiste alguém no metro ou na rua porque o/a achaste interessante
Viste 4 filmes numa noite
Passaste 3 dias ou mais sem dormir
Mentiste a alguém
Acabaram um namoro contigo
Alguém te encornou
Cheiraste cocaína
Baldaste-te a uma aula
Fumaste ganza
Estiveste num acidente de carro
Estiveste num tornado
Usaste drogas pesadas
Viste alguém morrer
Estiveste num funeral
Ardeste um bocado de cabelo
Correste numa maratona
Voltaste de uma saída com um buraco de cigarro na roupa
Tiveste os pais divorciados
Choraste até adormecer
Gastaste mais de 200€ num único dia
Voaste num avião
Engataste alguém
Foste engatado/a
Escreveste uma carta de dez páginas
Velejaste
Cortaste uma parte do corpo propositadamente
Tiveste um melhor amigo
Perdeste alguém que amavas
Roubaste algo de uma loja
Estiveste na prisão
Foste suspenso
Foste culpado por algo que não fizeste
Roubaste livros de uma livraria
Foste a outro país
Abandonaste a escola
Estiveste num hospital psiquiátrico
Leste um livro do Harry Potter
Viste um filme do Harry Potter
Tiveste um diário online
Disparaste uma arma
Jogaste num casino
Participaste numa peça de escola
Foste despedido
Nadaste com golfinhos
Beijaste alguém do sexo oposto
Beijaste alguém do mesmo sexo
Escreveste um poema
Votaste no BB/Operação triunfo/Ídolos
Telefonaste para o Toca a ganhar
Leste mais de vinte livros num ano
Amaste alguém que não podias ter
Ficaste confuso acerca da tua sexualidade
Usaste um livro de pintar depois dos 12 anos
Fizeste uma cirurgia
Levaste pontos
Fartaste-te de esperar pelo metro/autocarro e apanhaste um táxi
Tiveste algum problema com álcool ou drogas
Participaste numa luta
Sofreste qualquer forma de abuso
Pintaste o cabelo
Fizeste uma tatuagem
Fizeste um piercing
Tiraste só notas 20
Estiveste entre os melhores alunos da escola
Foste mandado para um psicólogo
Foste algemado
Conheceste alguém com HIV ou SIDA
Tiraste fotos com uma webcam
Começaste/ias começando um incêndio
Deste uma festa quando os pais não estavam em casa
Foste apanhado na alínea anterior
Fizeste amigos na net e conheceste-os ao vivo
Namoraste alguém conhecido na net
Fizeste várias tags como esta só para passar o tempo


P.Sawyer*

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Conversas Perdidas #1


É sempre bom conseguir fazer uma pausa (como se em Agosto houvesse falta de tempo para isso..) para gargalhar com a mais inesperada e fascinante conversa perdida. Juntando a isso o facto de se estar em estado de fotossíntese e um pouco vegetativo, com o sol a queimar células e futuros neurónios com um potencial muito promissor, com uma água gélida (mas sempre mais que óptima para mergulhar umas 3 ou 4 vezes... quem vai para Moledo sabe do que estou a falar!) e uma bola de gelado de pistácio que sempre aguardava por mim ao final do dia. Uma das melhores conversas perdidas num dos períodos em que pareciamos franguinhos ao sol: como é triste ter-se perdido o anónimato nas chamadas telefónicas. Hoje em dia todos sabemos quem nos está a ligar, muito antes de dizermos aquele "Estou?", já lá está o número e o nome. Que triste. Que bonito que era a surpresa de ouvir a voz de alguém do outro lado, sem que estivessemos a contar. Pena daqueles que nascem agora e que nunca vão ter o previlégio de apreciar o incognito, o desconhecido e o surpreender de alguém do outro lado da linha (a não ser que utilizem os números privados e não identificados, mas nem essa cola, não é a mesma coisa, isso é bom para pessoas espertalhonas que têm medo que as suas chamadas não sejam atendidas porque simplesmente não se está para aturar esse alguém). Não havia mensagens escritas nem nada do género, ainda não tinha existido o "bum" dos telémoveis, por isso se tentassemos falar com alguém e não estivesse por casa, teriamos de deixar um recado. Outra coisa muito bonita: os recados. Revolução: vamos deitar fora os telefones de casa modernos e vamos ao sotão buscar os antiguinhos que tinham aquele barulho irritante e que se marcava os números a andar ás voltinhas com os dedos. Eram grandes, pouco estéticos, barulhentos em demasia, mas eram os genuínos.

P.Sawyer*

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Lições



Está cinzento lá fora hoje. E deixei entornar iogurte liquido na carteira quando estava a entrar em casa, passado tanto tempo...


"As pessoas não querem que se lhes dê lições. É por isso que não compreendem agora as coisas mais simples. No dia em que o quiserem, verificar-se-á que são capazes de compreender também as coisas mais complicadas. Até lá, as instruções são: continuar a trabalhar, discutir o menos possível. Com efeito, só poderíamos dizer a um indivíduo: você é um imbecil, a outro: você é um patife, e há boas razões que excluem a realização expressiva de tais convicções. Sabemos, de resto, que estamos diante de pobres diabos, que receiam por um lado chocar, prejudicar as suas carreiras e que, por outro lado, se encontram acorrentados pelo medo do que está recalcado neles próprios. Teremos de esperar que todos eles morram ou se tornem lentamente minoritários. De qualquer maneira, o que acontece de fresco e de novo é a nós que pertence."


by Sigmund Freud, in 'As Palavras de Freud'


P. Sawyer*

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Concertos com entrada livre


Não me falem, nunca mais na minha existência humana e pragmática, em "concertos com entrada livre". Dá-me arrepios só de escrever, quanto mais ouvir dizê-lo. E para quem ainda acredita em fãs ou seguidores ou admiradores, é para esquecer. É para esquecer qualquer tipo de aproximação a alguma área em que estão a deixar entrar livremente. O povinho português não me consegue surpreender mais, nem nestas situações, mas realmente tive de me admirar. Républica das Bananas não, Républica do "é de borla, vamos pa fêta! vamos pa fêta da música!". Quer dizer, o inicio está marcado para as 21h30, mas uma pessoa tem de ir para lá ás 18h (e e...) se ainda quiser entrar, porque para arranjar um lugarzinho que dê para ver para o palco (sim, sou pequenina, tenho "special needs" como os Placebo...), é melhor marcar presença lá para as 14h! Só falta mesmo levarem o cestinho do piquenique, a toalhinha aos quadradinhos vermelha e branca e esperar que o Tony Carreira entre em palco. E depois quem é que se vê lá dentro, todas contentes e saltitonas a mexer os lábios como quem canta as musiquinhas todas de cor e salteado? As miúdas de 13, 14 aninhos, com carteirinha ao ombro, penteadinhas pela cabeleireira da mãezinha, com preocupação para não se sujarem e sempre com o sorrisinho pepsodente para quando o camara man se lembrar de as filmar. Os inteligentes da Câmara (que por acaso até era a Câmara da Maia), lembraram-se que haviam de proporcionar concertos com entrada gratuita no complexo desportivo, ou seja, metade das pessoas que tinham interesse em entrar, ficaram cá fora. E para que ninguém pudesse reclamar: ecrãzinho gigante ao fundo da rua, para que "pessoas normais", como eu, não perdessem o concerto, apesar de tudo. Foi agradável. Vi Rita Redshoes sentada num passeio e a ouvi-la do lado de lá do muro. E agora, era ou não era muito mais inteligente pagar 5 euritos pelos bilhetes e evitar situações destas? O verão não é só para os emigrantes virem matar saudades do país de origem e falar francês macarrônico. Ah, e ainda andei a pé ao frio porque não havia lugar pertinho para estacionar o carro. Quero o livro de reclamações, por favor. Odeio andar de um lado para o outro e, ainda por cima, quando aquilo que quero fazer não se verifica. Depois, admiram-se com o facto de estar práticamente a dormir quando tento ver um filme quando já passa da meia-noite.


P.Sawyer*

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Era tão simples se assim fosse...


"Quando minha moeda deito ao poço longo e profundo, sinto o desejo a preceito do que mais quero no mundo" in Feira Medieval de Caminha.
P.Sawyer*

terça-feira, 21 de julho de 2009

bing.com


Para quem não conhece, o Google já tem concorrência à altura, pelos vistos... e para quem pretende aniquilar o "monopólio" da EDP, peço desculpa, do Google agora tem uma boa maneira de o conseguir (adoro esta expressão de "monopólio" de qualquer coisa.. alguma vez teria de a usar!). Não esitem e pesquisem neste novo motor de busca da microsoft, por exemplo, a palavra "merda". Vão ver como é muito mais eficaz e verdadeiro que o Google (não tem nada que enganar, se tiverem a mesma sorte que eu, o Partido Socialista aparece logo no 4º elemento de pesquisa... muito LOL!).


P.Sawyer*

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Foi há quatro décadas

Foi há quatro décadas. Bonito ver o tempo passar e imaginar que muitas das pessoas que viviam alegremente em pleno 1969 não tiveram a oportunidade de ver a trasmissão em directo (a preto e branco, claro está..), uma vez que as televisões eram raras. Hoje, se ligarmos a televisão, somos completamente aniquilados por informação atrás de informação sobre o ponto de viragem que foi para toda a humanidade a viagem lunar e o seu sucesso. Politicamente, criativamente, filosóficamente, socialmente e mais que tudo humanamente e espacialmente. Percebo a pertinência do feito e acho optimo vangloriarem-se como se não houvesse amanhã. E... muitos anos e séculos antes do homem imaginar que iria andar aos saltinhos em território lunar, existiam senhores, valentes e destemidos, que sem conhecimentos ciêntificos exactos (e muito menos correctos) aventuravam-se pelos mares sombrios, na tentativa de descobrir novos territórios (no planete Terra) e novas formas de lá chegarem. Hoje somos o que somos e conhecemos o q conhecemos ás custas desses navegadores e comandantes. Não me venham falar em Homens lunares quando faz este ano 900 anos do nascimento do primeiro rei de Portugal: D. Afonso Henriques. Ah! E a cidade berço está tão empenhada na sua comemoração, que agora quem vai comprar pãozinho, leva-o dentro de um saquinho com um texto muito bonito alusivo ao Afonsinho. Muito criativa a senhora vereadora da câmara de Guimarães. Então e ontem, nas jornadas televisivas do grande empacto que o Homem na Lua teve, foi feita uma questão interessante a uma das entrevistadas de um programa qualquer que estava a dar na RTP2: "Se tivesse que apontar um objecto que instantaneamente lhe faça lembrar a lua, qual seria?". Achei piada, e até eu respondi à pergunta, de forma bastante rapida até...o Omega Moon Watch do meu pai e a colecção do Tintin do meu tio Adriano.



P. Sawyer*

sexta-feira, 17 de julho de 2009

"Hi! We are Placebo from London..."









"...and we came in peace!"

P. Sawyer*