quinta-feira, 30 de abril de 2009
Crianças
domingo, 26 de abril de 2009
A lenda do Narciso

quinta-feira, 23 de abril de 2009
"Tu és daquelas que muda a carga ás canetas?"

quarta-feira, 22 de abril de 2009
Elevador
Ultimamente tenho andado muito de elevador. Por acaso é um elevador grandalhão e com as paredes pintadas de vermelho. Poderia ser mais convidativo, tipo o elevador da série "Grey's Anatomy" que tão bem me acompanha nas longas manhãs de fim-de-semana. Para quem não sabe, e nunca teve curiosidade de espreitar a série a que me refiro (o que acho um pouco impossivel), o tal elevador a que me refiro (na série) é castanho e a meio tem uma barrinha de metal. É quase como se fosse um "confessionário" para os médicos e os estgiários da série. Um confessionário bastante moderno cheio de emoções fortes e com uma mistica poderosa que até permite declarações de amor, declarações de saudade, beijos e envolvimentos, discussões sobre as vida dos colegas e discussões sobre a própria vida, assim como a fantástica troca de olhares entre aqueles que não se falam mas que deveriam, até porque um não vive sem o outro. Quase que se podia inventar uma espécie de terapia comportamental feita dentro desse elevador, tenho em mim que ia gerar resultados alucinantes. O elevador é uma máquina e uma invensão do homem cheia de funcionalidades, e dependendo do local em que está, com objectivos diferentes e com propósitos singulares. Para quem vê "Grey's Anatomy" não apenas por ver, mas tentando ler nas entre linhas, dá pa perceber bastante bem que o elevador é quase como se fosse "um cúpido", ganhando uma forma robótica. Os elevadores dos prédios servem para uma pessoa se ver ao espelho antes de sair de casa e pa ver se o cabelo ficou mesmo bem penteado. E se tivermos o azar de não irmos sozinhos, ainda temos de falar sobre o tempo lá fora (sim, porque silêncios desagradáveis em pleno elevador, é proibido!). Os elevadores nos ginásios servem para não termos de andar a subir e a descer escadas quando já tivemos 2horas a massacrar as nossas perninhas, que não tem culpa nenhuma das nossas opções masoquistas. Sei lá, podem existir tantas maneiras de encarar a significação que damos a um elevador como a quantidade de pessoas que continuam a acreditar que nós, Homens, somos fruto da costela de Adão (BULSHET...). Eu entro no elevador ansiosa e desejosa por chegar ao piso que quero e correr pelo corredor fora até estar no sitio certo... e saiu do elevador ansiosa e desejosa que o resto do dia passe depressa, para que no dia seguir possa voltar a entrar novamente no elevador.terça-feira, 14 de abril de 2009
101
Estar em férias tem destas coisas. Quando temos obrigações e tralhas e mais tralhas para fazer, organizar e estudar, ansiamos desesperadamente por férias, mas quando estamos de férias, e por acaso até calha de ficarmos um dia inteiro em casa, em vez de aproveitarmos para fazer alguma coisa decente e interessante, ligamos o computador e acabamos por nos entreter com o que apareça à frente. Coincidência ou não, e apesar de não gostar de números e de matemáticas e de estatisticas e contas, adoro listas que ordenam e fazem um tipo de "count down". Ordenar por gostos, por preferências, por interesse, por isto, por aquilo... enfim, gosto de listas que demontram graus de importância, quer seja para o positivo quer seja para o negativo (ah, e também me apaixono facilmente por capicuas! embora os números não sejam o meu forte, lembro-me bem que quando fiz 22 anos andei o ano inteiro a espalhar aos sete ventos que tinha feito 22, uma capicua! Pensar que agora só volto a ter a idade em capicua aos 33, assusta-me e atormenta-me um bocadinho... 101 - capicua). Estava eu num desses dias fantásticos de férias, e depois de entrar em 500 mil sites diferentes, quando me deparo com esta informação: "Uma personagem de ficção é resumidamente no mundo do real qualquer pessoa, identidade ou entidade que a sua existência é originada por uma obra ou actuação fictícia. Ora, foi por aí que 3 escritores pegaram para publicar um Top de 101 personagens não-existentes que mais influenciaram o modo de ver e viver o nosso mundo. Dan Karlan, Allan Lazar e Jeremy Salter escreveram em 336 páginas uma lista onde se encontram nomes tão famosos da população. Desde os livros, cinema ou mesmo cultura popular, a obra percorre por diversas épocas e locais onde estes fictícios "existiam"":quarta-feira, 8 de abril de 2009
"Vermelho paixão"

...E só foi preciso um pincel e uma lata de tinta "vermelho paixão". Era branca a parede inicialmente, branco simples, branco vulgar, branco pálido. Eram muitas as ideias e os pensamentos criativos para que o "simples" um dia se pudesse tornar "intenso" e "único". Para além do pincel e da tinta "vermelho paixão", foi preciso uma directa. Uma noite sem dormir em que a criatividade da menina estava a chamar por ela e a empurrá-la para uma realidade tão poderosa que os seus olhos não poderiam fechar sem que aquela parede transpira-se emoção, sentimento, devoção. Pintou, pintou e pintou. Pendurada num banquinho conseguiu alcançar os pontos mais altos e distantes do seu alcance. É uma menina inteligente, esforçada e que não desiste facilmente daquilo a que se propõe. O seu coração é grande como a lua, grande como a muralha da China, grande como a Torre Eiffel, grande como os Clérigos. A parede estava pintada. Talvez ainda lhe fosse dar alguns retoques, mas a base estava concluída. No entanto, a criatividade não a deixou parar. Era preciso mais. Tal como uma verdadeira artista, a menina encontrou numa parede paralela o local ideal para "construir" algo inovador. Palavras misturadas com pensamentos, letrinhas misturadas com cor, recortes misturados com dedicatórias, desenhos misturados com símbolos, frases de esperança e de confiança, frases de amor e paixão, frases de alegria e de felicidade, frases carregadas de significados multifacetados que a menina arranjou maneira de enquadrá-los no mundo real. Sim, porque a menina vive num castelo encanto e tem no portão do seu castelo dois cavalos brancos e uma carruagem cor-de-rosa... Era uma vez uma menina... que viveu feliz para sempre...
P.Sawyer*
domingo, 5 de abril de 2009
Um carro vintage com pintura "comet"

sexta-feira, 3 de abril de 2009
"From the new school to the old school"

Normalmente as coisas boas aparecem sem estarmos preparados, assim numa espécie de presente pequenino (embrulhadinho em papel roxo cintilante e com um lacinho dourado perfeito no topo) que alguém nos deixa atrás da árvore de Natal e que por esquecimento fica ali a noite toda...e só quando todos já se foram deitar é que nos apercebemos que ficou esquecido, e que até era para nós. Por ter ficado esquecido torna-se inesperado e, consequentemente, o melhor presente da noite. A surpresa, nunca antes prevista nem imaginada.
Nem deveria existir introdução para "isto", mas a verdade é que torna-se tão avassalador e inesperado, que é quase impossivel descrever as reacções fisícas que temos quando recebemos uma noticia destas: PLACEBO vão regressar a Portugal, dia 10 de Julho no Passeio Maritimo de Algés - Festival Oeiras Alive 2009. Cresci a ouvir Placebo, e ao lado de muitas outras bandas (e que por acaso tive sorte de ter vivido uma adolescência repleta de música e de bandas que faziam, e continuam a fazer, algumas delas, um trabalho excelente, tornando-se símbolos de uma geração), ganhei o gosto pela "boa" música nessa mesma altura e, desde entao, não imagino a minha vida sem ouvir certos e determinados acordes. Antiquada, nunca! Orgulhosa e sortuda por ter vivido, ouvido e visto (continuo a aguardar pacientemente a vinda a Portugal dos Silverchair...) tudo aquilo que, para mim, foi fundamental na adolescência de todas as pessoas que nasceram nos anos '80. Fez parte, e continua a fazer, da nossa identidade enquanto pessoas, dos nossos gostos, das nossas fantasias, dos nossos desejos, da nossa ansiedade por sentir bem de pertinho a energia daquela banda.. daquele "movimento", das suas crenças e das suas aspirações enquanto músicos. Não se deixem enganar, por de trás de uma voz, de umas guitarras, de um baixo, de uma bateria e de um conjunto de luzes muito bem prepadas e sincronizadas está sempre um sonho. Está sempre alguém que esperou tempos infinitos pelo reconhecimento e pela visão (que não duvido ser única) de montanhas de pessoas a aplaudirem e a seguirem as suas letras. O Brian Molko pode muito bem só ver cabecinhas e bracinhos no ar, e quanto muito ouvir as nossas vozes a cantar em uníssono, mas para alguns de nós, Placebo é muito mais do que uma banda e do que músicas incriveis: é uma referência e um marco nas nossas vidas, na minha vida.
"Eles" vão regressar, não era de todo esperado, "eles" vem para promover o novo CD que vai sair em Junho (“Battle for the Sun”), e mais uma vez estarei lá. E com os mesmos olhos que os viu pela primeira vez no Coliseu do Porto em 2002, vou fazer uma super viagem ao passado. E como tão bem diz Brian Molko: "From the new school to the old school":
Bioninc: http://www.youtube.com/watch?v=K1tCW2y9OzA&feature=related
Pure Morning: http://www.youtube.com/watch?v=EhpJVBVrkoc&feature=related
Nancy Boy: http://www.youtube.com/watch?v=VPOqK9xJVQI&feature=related
36 degrees: http://www.youtube.com/watch?v=fXD9IUq9r3I
Every me and Every you: http://www.youtube.com/watch?v=0PAGb3Y2jKw
My sweet prince: http://www.youtube.com/watch?v=SYcq0znYGVk&feature=related
Without you i'm nothing: http://www.youtube.com/watch?v=DaDXB54aAV8&feature=related
P. Sawyer*
quarta-feira, 1 de abril de 2009
A vantagem de andar a pé

segunda-feira, 30 de março de 2009
Chega o "suposto" calor e...
P.Sawyer*
terça-feira, 24 de março de 2009
Já não se morre de amor (?)
@Revista Visão
P. Sawyer*
sexta-feira, 20 de março de 2009
Viver na altura das fadas...
P. Sawyer*
domingo, 15 de março de 2009
Em tempos...
Nos dias que correm, digo: obrigado! obrigado pela luta, obrigado por nunca deixares de acreditar, obrigado pelo esforço, obrigado pelo conforto, obrigado pelo carinho, obrigado pela ternura, obrigado por me teres dado o teu coração, obrigado pelo encanto, obrigado pelo "sonho", obrigado pela força, obrigado pelos braços sempre abertos, obrigado pela mão que nunca deixou de estar estendida na minha direcção, obrigado pelo OC, obrigado pela pizza de bacon da telepizza, obrigado pela fantasia de "New Port Beach", obrigado pelos Simpsons logo de manhãzinha em Agosto, obrigado pelos rolinhos de chocolate, obrigado pelo OTH, obrigado pelo sorriso, obrigado pela paz, obrigado pela estabilidade, obrigado pela paciência, obrigado pelo som da tua voz, obrigado pela tua gargalhada, obrigado pela amizade, obrigado por seres o meu "comet", obrigado pela inspiração, obrigado pela vontade de querer ser feliz (e de ser feliz), obrigado pelo abraço forte e confiante, obrigado pelas palavras, obrigado pelos momentos, obrigado pela alegria, obrigado pelo sol, obrigado pela atenção, obrigado pela disponibilidade, obrigado pelos afectos, obrigado por seres um Lucas Scott, obrigado por te conseguir rever em todos os pormenores da minha vida... obrigado... por tanto mais e ao mesmo tempo por tão pouco. A simplicidade do acto de dar e receber sem pedir nada em troca é, realmente, absolutamente fascinante. Obrigado...
P. Sawyer*
sábado, 14 de março de 2009
Maçãs e Aparelho Fixo nos dentes
sexta-feira, 13 de março de 2009
Hoje...
...acabamos por ir almoçar à batalha e comer um belo de um hamburguer (e uma omolete mista para a Fizinha) na companhia do sol e de ice tea's (de pêssego e de limão);
...tinhamos uma bússola humana (obrigado, joaninha..) que nos levou aos mais escondidos cantinhos da baixa do Porto;
...maravilhamo-nos com os encantos da livraria Lello (e a Fi entrou em coma de felicidade no mesmo instante em que pisou o primeiro taco de madeira);
...encantadas, continuamos, e fomos à exposição que celebra o bicentenário do nascimento do naturalista inglês Charles Darwin;
...pensamos em subir a torre dos Clérigos, mas logo na entradinha, perdemos a vontade, enfim... pormenores!;
...próxima paragem: Il Caffè di Roma, óptimo;
..."perdemos" um elemento da equipa que teve de ir apanhar o comboio, mas o dia estava longe de terminar: fomos até à Ribeira, logicamente;
...depois de muito sol e de muito andar a pé, está na hora de ir buscar o carro e não, não apanhar o metro e ir para Gaia confortavelmente, afinal de contas, para quem passou o dia todo nisto, porque não ir a pé até à avenida? Claro que vou passar a ponte D.Luis a pé!;
...terminamos a conversar sobre coisas banais "penduradas" na ponte (e que bem que soube, joaninha!);
...atravessei a ponte sozinha, com o pôr de sol do meu lado direito, e nunca me tinha apercebido que bonito é ter o pivilégio de o poder fazer: no final de contas, vivemos numa grande cidade.
Hoje... descobrimos mais um bocadinho, amanhã vamos descobrir o resto do mundo.
P. Sawyer*