quinta-feira, 27 de agosto de 2009

...Desafiante...


O que punhas a verde? (no meu caso a roxo):


Formaste-te na Faculdade
Fumaste cigarros
Ficaste inconsciente de bêbedo
Foste a todas as diversões de um parque
Coleccionaste algo mesmo idiota
Foste a um concerto de rock
Pescaste Dançaste numa discoteca
Seguiste alguém no metro ou na rua porque o/a achaste interessante
Viste 4 filmes numa noite
Passaste 3 dias ou mais sem dormir
Mentiste a alguém
Acabaram um namoro contigo
Alguém te encornou
Cheiraste cocaína
Baldaste-te a uma aula
Fumaste ganza
Estiveste num acidente de carro
Estiveste num tornado
Usaste drogas pesadas
Viste alguém morrer
Estiveste num funeral
Ardeste um bocado de cabelo
Correste numa maratona
Voltaste de uma saída com um buraco de cigarro na roupa
Tiveste os pais divorciados
Choraste até adormecer
Gastaste mais de 200€ num único dia
Voaste num avião
Engataste alguém
Foste engatado/a
Escreveste uma carta de dez páginas
Velejaste
Cortaste uma parte do corpo propositadamente
Tiveste um melhor amigo
Perdeste alguém que amavas
Roubaste algo de uma loja
Estiveste na prisão
Foste suspenso
Foste culpado por algo que não fizeste
Roubaste livros de uma livraria
Foste a outro país
Abandonaste a escola
Estiveste num hospital psiquiátrico
Leste um livro do Harry Potter
Viste um filme do Harry Potter
Tiveste um diário online
Disparaste uma arma
Jogaste num casino
Participaste numa peça de escola
Foste despedido
Nadaste com golfinhos
Beijaste alguém do sexo oposto
Beijaste alguém do mesmo sexo
Escreveste um poema
Votaste no BB/Operação triunfo/Ídolos
Telefonaste para o Toca a ganhar
Leste mais de vinte livros num ano
Amaste alguém que não podias ter
Ficaste confuso acerca da tua sexualidade
Usaste um livro de pintar depois dos 12 anos
Fizeste uma cirurgia
Levaste pontos
Fartaste-te de esperar pelo metro/autocarro e apanhaste um táxi
Tiveste algum problema com álcool ou drogas
Participaste numa luta
Sofreste qualquer forma de abuso
Pintaste o cabelo
Fizeste uma tatuagem
Fizeste um piercing
Tiraste só notas 20
Estiveste entre os melhores alunos da escola
Foste mandado para um psicólogo
Foste algemado
Conheceste alguém com HIV ou SIDA
Tiraste fotos com uma webcam
Começaste/ias começando um incêndio
Deste uma festa quando os pais não estavam em casa
Foste apanhado na alínea anterior
Fizeste amigos na net e conheceste-os ao vivo
Namoraste alguém conhecido na net
Fizeste várias tags como esta só para passar o tempo


P.Sawyer*

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Conversas Perdidas #1


É sempre bom conseguir fazer uma pausa (como se em Agosto houvesse falta de tempo para isso..) para gargalhar com a mais inesperada e fascinante conversa perdida. Juntando a isso o facto de se estar em estado de fotossíntese e um pouco vegetativo, com o sol a queimar células e futuros neurónios com um potencial muito promissor, com uma água gélida (mas sempre mais que óptima para mergulhar umas 3 ou 4 vezes... quem vai para Moledo sabe do que estou a falar!) e uma bola de gelado de pistácio que sempre aguardava por mim ao final do dia. Uma das melhores conversas perdidas num dos períodos em que pareciamos franguinhos ao sol: como é triste ter-se perdido o anónimato nas chamadas telefónicas. Hoje em dia todos sabemos quem nos está a ligar, muito antes de dizermos aquele "Estou?", já lá está o número e o nome. Que triste. Que bonito que era a surpresa de ouvir a voz de alguém do outro lado, sem que estivessemos a contar. Pena daqueles que nascem agora e que nunca vão ter o previlégio de apreciar o incognito, o desconhecido e o surpreender de alguém do outro lado da linha (a não ser que utilizem os números privados e não identificados, mas nem essa cola, não é a mesma coisa, isso é bom para pessoas espertalhonas que têm medo que as suas chamadas não sejam atendidas porque simplesmente não se está para aturar esse alguém). Não havia mensagens escritas nem nada do género, ainda não tinha existido o "bum" dos telémoveis, por isso se tentassemos falar com alguém e não estivesse por casa, teriamos de deixar um recado. Outra coisa muito bonita: os recados. Revolução: vamos deitar fora os telefones de casa modernos e vamos ao sotão buscar os antiguinhos que tinham aquele barulho irritante e que se marcava os números a andar ás voltinhas com os dedos. Eram grandes, pouco estéticos, barulhentos em demasia, mas eram os genuínos.

P.Sawyer*

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Lições



Está cinzento lá fora hoje. E deixei entornar iogurte liquido na carteira quando estava a entrar em casa, passado tanto tempo...


"As pessoas não querem que se lhes dê lições. É por isso que não compreendem agora as coisas mais simples. No dia em que o quiserem, verificar-se-á que são capazes de compreender também as coisas mais complicadas. Até lá, as instruções são: continuar a trabalhar, discutir o menos possível. Com efeito, só poderíamos dizer a um indivíduo: você é um imbecil, a outro: você é um patife, e há boas razões que excluem a realização expressiva de tais convicções. Sabemos, de resto, que estamos diante de pobres diabos, que receiam por um lado chocar, prejudicar as suas carreiras e que, por outro lado, se encontram acorrentados pelo medo do que está recalcado neles próprios. Teremos de esperar que todos eles morram ou se tornem lentamente minoritários. De qualquer maneira, o que acontece de fresco e de novo é a nós que pertence."


by Sigmund Freud, in 'As Palavras de Freud'


P. Sawyer*

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Concertos com entrada livre


Não me falem, nunca mais na minha existência humana e pragmática, em "concertos com entrada livre". Dá-me arrepios só de escrever, quanto mais ouvir dizê-lo. E para quem ainda acredita em fãs ou seguidores ou admiradores, é para esquecer. É para esquecer qualquer tipo de aproximação a alguma área em que estão a deixar entrar livremente. O povinho português não me consegue surpreender mais, nem nestas situações, mas realmente tive de me admirar. Républica das Bananas não, Républica do "é de borla, vamos pa fêta! vamos pa fêta da música!". Quer dizer, o inicio está marcado para as 21h30, mas uma pessoa tem de ir para lá ás 18h (e e...) se ainda quiser entrar, porque para arranjar um lugarzinho que dê para ver para o palco (sim, sou pequenina, tenho "special needs" como os Placebo...), é melhor marcar presença lá para as 14h! Só falta mesmo levarem o cestinho do piquenique, a toalhinha aos quadradinhos vermelha e branca e esperar que o Tony Carreira entre em palco. E depois quem é que se vê lá dentro, todas contentes e saltitonas a mexer os lábios como quem canta as musiquinhas todas de cor e salteado? As miúdas de 13, 14 aninhos, com carteirinha ao ombro, penteadinhas pela cabeleireira da mãezinha, com preocupação para não se sujarem e sempre com o sorrisinho pepsodente para quando o camara man se lembrar de as filmar. Os inteligentes da Câmara (que por acaso até era a Câmara da Maia), lembraram-se que haviam de proporcionar concertos com entrada gratuita no complexo desportivo, ou seja, metade das pessoas que tinham interesse em entrar, ficaram cá fora. E para que ninguém pudesse reclamar: ecrãzinho gigante ao fundo da rua, para que "pessoas normais", como eu, não perdessem o concerto, apesar de tudo. Foi agradável. Vi Rita Redshoes sentada num passeio e a ouvi-la do lado de lá do muro. E agora, era ou não era muito mais inteligente pagar 5 euritos pelos bilhetes e evitar situações destas? O verão não é só para os emigrantes virem matar saudades do país de origem e falar francês macarrônico. Ah, e ainda andei a pé ao frio porque não havia lugar pertinho para estacionar o carro. Quero o livro de reclamações, por favor. Odeio andar de um lado para o outro e, ainda por cima, quando aquilo que quero fazer não se verifica. Depois, admiram-se com o facto de estar práticamente a dormir quando tento ver um filme quando já passa da meia-noite.


P.Sawyer*

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Era tão simples se assim fosse...


"Quando minha moeda deito ao poço longo e profundo, sinto o desejo a preceito do que mais quero no mundo" in Feira Medieval de Caminha.
P.Sawyer*

terça-feira, 21 de julho de 2009

bing.com


Para quem não conhece, o Google já tem concorrência à altura, pelos vistos... e para quem pretende aniquilar o "monopólio" da EDP, peço desculpa, do Google agora tem uma boa maneira de o conseguir (adoro esta expressão de "monopólio" de qualquer coisa.. alguma vez teria de a usar!). Não esitem e pesquisem neste novo motor de busca da microsoft, por exemplo, a palavra "merda". Vão ver como é muito mais eficaz e verdadeiro que o Google (não tem nada que enganar, se tiverem a mesma sorte que eu, o Partido Socialista aparece logo no 4º elemento de pesquisa... muito LOL!).


P.Sawyer*

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Foi há quatro décadas

Foi há quatro décadas. Bonito ver o tempo passar e imaginar que muitas das pessoas que viviam alegremente em pleno 1969 não tiveram a oportunidade de ver a trasmissão em directo (a preto e branco, claro está..), uma vez que as televisões eram raras. Hoje, se ligarmos a televisão, somos completamente aniquilados por informação atrás de informação sobre o ponto de viragem que foi para toda a humanidade a viagem lunar e o seu sucesso. Politicamente, criativamente, filosóficamente, socialmente e mais que tudo humanamente e espacialmente. Percebo a pertinência do feito e acho optimo vangloriarem-se como se não houvesse amanhã. E... muitos anos e séculos antes do homem imaginar que iria andar aos saltinhos em território lunar, existiam senhores, valentes e destemidos, que sem conhecimentos ciêntificos exactos (e muito menos correctos) aventuravam-se pelos mares sombrios, na tentativa de descobrir novos territórios (no planete Terra) e novas formas de lá chegarem. Hoje somos o que somos e conhecemos o q conhecemos ás custas desses navegadores e comandantes. Não me venham falar em Homens lunares quando faz este ano 900 anos do nascimento do primeiro rei de Portugal: D. Afonso Henriques. Ah! E a cidade berço está tão empenhada na sua comemoração, que agora quem vai comprar pãozinho, leva-o dentro de um saquinho com um texto muito bonito alusivo ao Afonsinho. Muito criativa a senhora vereadora da câmara de Guimarães. Então e ontem, nas jornadas televisivas do grande empacto que o Homem na Lua teve, foi feita uma questão interessante a uma das entrevistadas de um programa qualquer que estava a dar na RTP2: "Se tivesse que apontar um objecto que instantaneamente lhe faça lembrar a lua, qual seria?". Achei piada, e até eu respondi à pergunta, de forma bastante rapida até...o Omega Moon Watch do meu pai e a colecção do Tintin do meu tio Adriano.



P. Sawyer*

sexta-feira, 17 de julho de 2009

"Hi! We are Placebo from London..."









"...and we came in peace!"

P. Sawyer*

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Zen


Um dia ainda hei-de ir para uma montanha daquelas super monstras e poderosas, rodeadas por monges com vestimentas cor-de-laranja e carequinhas. Não gosto de dar nomes, gosto de fantasiar, mas para que o enquadramento visual seja maior, qualquer coisa do género do filme "Sete anos no Tibete" (e quem nunca teve a oportunidade de ver esse filme, que eu dúvido que ainda exista alguém que nunca viu, não sabe o deslumbramento de imagens, cores e culturas que está a perder). Quero ir atrás daquilo a que chamam o estado Zen. E que maravilhoso seria conseguir experimentar a realidade directamente, conseguindo para isso desapegar-me de palavras, conceitos e discursos. E, para desapegar-me disso, o fundamental é meditar. Por isso, aquilo a que se designa "zazen" ("meditação sentada") é a prática fundamental do Zen. Através da respiração e do bloqueamento de ideias consegue-se, pura e simplesmente, deixar de pensar. Isto intriga-me de tal maneira que nem queiram saber! É que se formos a ver bem, nós estamos constantemente a pensar, estamos constamente em alerta, a nossa cabeça não pára. E de repente, vêm uns senhores todos vestidos de igual falar em "respiração controlada", em nirvanas, em poderes da concentração, em posturas de meio lótus, em posturas burmanesas, etc, etc. Adoro. Basta ler um pouquinho sobre os seus seguidores e fica-se automáticamente deslumbrada. Até porque o Zen é tido como um estilo de vida, e não apenas como um conjunto de práticas ou um estado de consciência. E desenganem-se aqueles que pensam que em Portugal não há seguidores. A montanha para mim é a minha cama. E o meu estado Zen é atingido quando estou a jogar compulsivamente Game Boy, normalmente o "Super Mario Land". Gosto do som de quando apanha aqueles cogumelhos mágicos e quando dá cabeçadas naqueles quadradinhos e saem moedas para apanharmos. Só vale se estiver a jogar com som, senão lá se vai o equilibrio da respiração. Podemos criar os nossos próprios estados de relaxamento. Embora gostasse muito mais da perspectiva dos templos e dos monges, o meu quarto, o meu candeeiro e o meu Game Boy parece-me perfeito. Por enquanto, pelo menos...

P.Sawyer*

sexta-feira, 26 de junho de 2009

"Cadê o sol, galera??!!??"

Como é possivel passar um fim-de-semana espectacular, com um calor abrasador e uma praiinha maravilhosa, que apesar da água estar um gelo, vale tudo para arrefecer o corpo e a alma (que talvez seja a que mais precisa de um bom arrefecimento..) e agora abrir a janela e ver nuvens, e mais nuvens e mais nuvens?!? É por isso que depois anda tudo com depressões. Não acho nada bonito querer ir desfrutar de um belo ice tea de pêssego e do solzinho a que temos direito nesta altura do ano e, em vez disso, ter de ir atrás de uma esplanada que até tem protecções laterais contra o vento. E se for possivel, guarda-sois para proteger das gaivotas e das pombas menos simpáticas. Entristece-me. Mas também, o que é que isso importa. Ultimamente muitas coisas me entristecem, e muito, e sou obrigada a acordar todos os dias e a adormecer com os mesmos "entristecimentos". Nem o S.João, com tanta festa e fulia que é feita em torno so santinho, nos ajuda. Tanta martelada, tanto fogo de artificio, tanto bailarico e tanta animação para quê? Para depois nem "esse" ser capaz de nos presentear com um bocadinho de sol. Este ano correu bem, ainda conseguimos ver a Sé toda iluminada pelo suposto fogo..suposto, porque vê-lo, não me lembro! Lembro-me bem é das dores nos pés, nas pernas e nas costas. Sim, eu sou daquelas que se queixar por tudo e por nada e para ainda acrescentar à situação, não sou fã de sardinhas. Sou fã de broa de Avintes, de azeitonas e de pimentos. E gosto de beber coca-cola por uma palhinha e de ver brasileiras com aspecto duvidoso em cima de um palco a acompanharem a musiquinha com danças ainda mais duvidosas. Não me agrada aqueles martelos mais pequeninos que magoam, e bem, as nossas cabeças.

Este video sim, faz sorrir e dizer "não" à depressão quando se olha para a janela e se pergunta "cadê o sol, galera"??!!??



P.Sawyer*

terça-feira, 23 de junho de 2009

História trágica com final feliz

Não são preciso palavras, apenas uma maravilhosa história trágica com final feliz.



P.Sawyer*

quinta-feira, 18 de junho de 2009

"O Mural" e "Dulcineia"

Sem dúvida que uma imagem vale por mil palavras. Conheço várias formas de arte e são inumeras as maneiras em que se pode encontrar uma boa forma de arte e de expressão de sentimentos e de criatividade. Algumas pessoas acabam por se dedicar a outras áreas e a sua "veia artistica" é colocada em segundo plano, pode estar mais calma, mas nunca desaparece e nunca adormece. Tenho andado a "aprender" e a observar de perto os meandros dessa capacidade e desse "dom" com uma pessoa por quem tenho o maior dos orgulhos e a maior das amizades. Aos meus olhos és Arte! Pumba: homenagem merecida! (um dia os teus rasgos de emoções vão estar expostos na Tate Modern, i´m sure!!!). "O Mural", by Fi. Quero muito convencer o 'Mac a ir para a rua de sta.catarina fazer um showcase ao ar livre (onde haveria de ser..) a ver se é mesmo real aquele estudo que andaram a fazer! Ainda não consegui persuadi-lo em condições e demonstrar-lhe que também é uma forma de arte gratuita a que todos os habitantes e turistas devem ter acesso pelas ruas e ruelas do Porto. Basicamente, juntaram-se um grupo de investigadores (entre eles a tão reconhecida classe dos psicólogos) e puseram um rapazito normalíssimo a pedir dinheiro: um cesto a pedir dinheiro para um hipod novo, um cesto a pedir dinheiro para uma viagem e outro a pedir dinheiro para outra coisa qualquer que na altura estava a precisar. E não é que as pessoas aderiram à brincadeira e o rapazinho saiu de lá ao final do dia carregado de dinheiro?!? Enquanto que o mendigo que estava na rua ao lado poucas moedinhas conseguiu, para não fugir muito à regra. Ser honestos continua a ser uma arma letal. Adorei saber. E muito mais do que o conhecimento de tal experiência maluca (mas com uns resultados muito engraçados e inéditos), deu-me umas ideias fantásticas. Vou fazer de estátua dourada para Sta. Catarina durante a semana e depois ao fim de semana vou cantar e encantar para a Praça D. João I. Ah, e o meu nome artístico vai ser "Dulcineia". E tudo porquê? Porque a Arte está em todo lado e formas e conceitos e maneiras e expressões e personificações e... olha, é bonito de saber e de se ver!

P.Saywer*

terça-feira, 16 de junho de 2009

"Nonsense"

"Tu é que te picas com sonasol liquido"... mas o que é certo é q hoje é um dia muito importante, comprei o ticket que me vai levar ao passeio maritimo de algés para me rejubilar. E mais não digo, até porque a realidade é so uma: Placebo, Lisboa, Oeiras Alive, 10 de Julho. Infelizes daqueles que não vão poder maravilhar-se (tentei dramatizar e criar um ambiente retro-vanguardista neo-zelandês, mas só me saem coisas "Alice in chains"!! O meu cérebro congelou e voltou a descongelar muito rápidamente, mas realmente era Alice in chains, a banda que me faltava dizer hoje de tarde enquanto vangluriava o meu vasto conhecimento e gosto pelo movimento Grunge. O meu preferido, sem dúvida. Um dia ainda hei de ir a Seattle. Bush, Pearl Jam, Silverchair, Temple of the Dog, Stone Temple Pilots, Nirvana, Puddle od Mudd, e tal e tal e tal..). "Inspira-te, pensa roxo." Tau! Bilhete para o Alive dia 10 de Julho: meu! Placebooooooooooooooooooooooooo! (ah, e ja me ia esquecendo de mencionar: ontem, na rua de sta. Catarina, uma gaivota deixou me um "presente" branco e mal cheiroso nas calças, no cabelo, na carteira e deixou o cabelo da andreeinha a cheirar a peixe. Nada de mais, portanto.. normalissimo! Quero mais dias como o de ontem, por favor). Não estou bêbeda, nem com sono, nem sobre o efeito de sonasol liquido, nem andei a cheirar nosmuscada nem bolinhas de naftalina. Estou "eu" numa versão muito "nonsense", mas sempre feliz por estar contente no expoente máximo da parvoice. Obrigado aos mais atentos.



P.Sawyer*

quinta-feira, 11 de junho de 2009

"Bed Time Stories"

Tenho uma paixão muito grande: All-Stars! Conheço muitas pessoas que partilham do mesmo gosto e da mesma loucura pelas sapatilhas como eu. Em tempos, tinha eu 12 anos, tinha de ter um par de cada côr para combinar com tudo aquilo que vestia. Se soubesse o que sei hoje, tinha guardado essas reliquias numa espécie de santuário para depois (nesta altura..) pode-las idolatrar (até porque calçá-las muito provavelmente seria impossivél... talvez à marta o 33 ainda lhe servi-se muito bem, quem sabe até ficava com uma pequenina folga! Desculpa estar a partilhar, mas sabes muito bem o quanto ridículo é o número que calças para uma pessoa que tem 26 anos... mas continuo a adorar os teus dedos do tamanho de dedos de anões que tantos pesadelos já me causaram!!). É impressionante que já me passaram mil uma coisas pela cabeça que, lógicamente, teriam de ser partilhadas com all-stars à mistura senão não tinha a mesma piada. Quanto mais velhas, rasgadas, toras, esburacadas, rossadas e coçadas mlelhor. Quanto mais marcas do tempo tiverem, melhor. Quanto mais chuva entrar pelas all-stars, melhor (sim, porque pessoa apanhada, que é pessoa "apanhada", até no pior dia de inverno sai de all-stars nos pés!). E qual é o meu espanto quando surge uma ideia diante dos meus olhos que nunca me tinha passado pela cabeça: viver dentro de uma all-star! Assim uma all-star gigante, gigantona mesmo, que fosse uma casa. Em vez de se morar numa casa completamente convencional, mandar construir uma casa em formato de all-star. Nem consigo descrever o quanto me maravilhei com tamanha irrealidade. E para perceberem que não estou completamente consumida pela estupidez, por favor, vejam os primeiros minutos do filme "Bed Time Stories". Ontem em 10 segundos de filme, o conceito das all-star foi reenventado na minha cabeça, e se já tinha tanta importância e gerava tanta dependência em mim, agora elevou-se ainda mais. Vamos ser progressistas e exigir uma cidade em que se possa construir casas com o formato de uma all-star!! E a cidade poderia chamar-se Converse, seria perfeito! Vamos, vamos, vamos.. posso escolher "as paredes" exteriores com a minha cor preferida de sempre, sempre fiel: all-stars vermelhas, allways!

(estou de verar incomodada, nunca antes escrevi "all-stars" tantas vezes seguidas... adorei! Fascinam-me as coisas simples.)

P.Sawyer*

sábado, 6 de junho de 2009

Odiar é fácil...


...comer puré é bem mais complicado;
...levantar cedo num dia frio de inverno é bem mais complicado;
...tomar medicamentos de capsulas gigantes é bem mais complicado;
...não ter mais episódios novos de OTH para ver é bem mais complicado;
...ter de estudar coisas com as quais não concordamos nem um bocadinho é bem mais complicado;
...ter de dizer "não" quando se quer dizer "sim" é bem mais complicado;
...ter de ouvir um "não" quando se quer ouvir um "sim" é bem mais complicado;
...ter de estar numa sala de espera é bem mais complicado;
...ver filmes na primeira fila da sala de cinema é bem mais complicado;
...comer massa aquecida no micro-ondas é bem mais complicado;
...partir uma unha enquanto se está a jogar bowling é bem mais complicado;
...ter de gramar a musiquinha da Lady Gaga ("pocker face") é bem mais complicado;
...manter-me acordada para ver um filme depois de jantar é bem mais complicado;
...não berrar é bem mais complicado;
...ter de dizer "até um dia destes" é bem mais complicado;
...não ter lenços na carteira quando se está constipada é bem mais complicado;
...gostar é bem mais complicado!

P.Sawyer*